Uma das partes mais interessantes de viajar, é ficar imerso de outra cultura e outro idioma. Porém, a maioria dos brasileiros viaja para os mesmos destinos, fazendo com que encontros não programados com outros compatriotas acabem acontecendo com frequência.
Não sei você, mas eu prefiro manter estes encontros ao mínimo possível. Eles podem ser muito legais em várias ocasiões, mas evitar um pouco o excesso destes encontros pode fazer com que sua viagem seja mais rica em experiências de viagem mesmo, e não de encontros com compatriotas.
Antes de começar, eu gostaria de esclarecer aqui que eu e a minha esposa possuímos amigos brasileiros que vivem no exterior e que, sempre que possível, nós procuramos visitá-los.

Eu também adoro a Autobahn e as outras autoestradas européias, mas há algo de especial em sair delas e pegar as estradas alternativas, que cortam os pequenos vilarejos
O escopo deste artigo não é sugerir que você deixe de visitar amigos queridos que vivem fora, nem ao menos dizer que você não leve amigos junto em suas viagens. A proposta aqui é sugerir que você evite que sua experiência no exterior limite-se ao contato com outros brasileiros. Que 100% de sua experiência acabe sendo com brasileiros, impedindo que você tenha um pouco mais de imersão em suas experiências.
1- Fique longe de gente com camisetas da mesma cor
Um grupo grande de gente com camisetas da mesma cor, quase sempre amarelas e às vezes azuis significa uma coisa só: excursão de brasileiros.
Ficar perto deste grupo não vai lhe trazer benefício nenhum. Eles estão todos com pressa, muita pressa! Então nem mesmo para trocar ideias de como você está com saudade do feijão do Brasil eles servem, pois o guia vai começar a soprar o apito a qualquer momento, e isso significa que eles estão para partir para o próximo destino.
Fuja dos grupos grandes de excursão, como se você estivesse correndo pela sua vida!
Um grupo destes na Disney então, significa que você terá de ir para o outro lado do parque, ou ao menos para outra atração. Grupos grandes de brasileiros facilmente aumentam o tempo previsto de espera para uma atração aumentar em 50%. Você estará mesmo disposto a esperar 45 minutos a mais por causa deles? Sem falar nas piadinhas sem graça e nos palavrões em português que você acabará inevitavelmente escutando, considerando a idade dos amarelinhos.
2- Evite destinos muito batidos
Se você quiser evitar completamente as hordas de brasileiros que circulam pelo exterior, talvez você queira evitar os destinos mais procurados.
Destinos como Orlando, Miami, Nova Iorque, Veneza, Paris, entre outros.
Mas isso não significa que você deva evitar a Flórida, o Estado de Nova Iorque, o Norte da França, etc. Cada um destes destinos mencionados acima, possui outros destinos menos conhecidos em seu redor, que poderão lhe proporcionar ótimas experiências, mas sem o excesso de brasileiros por todo o lado.
3- Não frequente restaurantes brasileiros
Esta dica é até meio óbvia, mas não custa relembrar. Você viaja para experimentar experiências e comidas diferentes, não é mesmo? Pois deveria!
Nada de viajar para no segundo dia começar a reclamar de saudade do feijão ou qualquer outra iguaria brasileira (pão de queijo, vatapá, ou seja lá o que for). Mergulhe nas possibilidades que uma viagem lhe proporciona.
Deixa para comer feijão e outras comidas brasileiras no Brasil, desta forma você evita novamente a experiência de entrar em um lugar, e todo mundo ser brasileiro, desde os clientes até o pessoal que trabalha ali.
4- Não entre em lojas com bandeiras do Brasil
Entrar em lojas com adesivos ou bandeiras do Brasil pode ser uma grande furada. Claro que pelo menos uma das pessoas que trabalha por lá vai ser brasileira e por isso você não vai precisar falar Inglês e nem Portunhol, mas em se tratando de preços, saiba que você vai pagar mais do que em uma loja normal.
Eu mesmo já fiz a comparação. Em uma situação, eu e um amigo estávamos almoçando em um restaurante indiano na International Drive. Este amigo queria comprar uma câmera igual à minha. Colada no restaurante em que estávamos almoçando, havia uma dessas lojas de eletrônicos e perfumes que ostentam uma bandeira do Brasil.
Ele sugeriu que fôssemos até ali ver se eles tinham a tal câmera em estoque. Eu disse a ele que não valeria a pena, mas ele insistiu. Eu concordei em entrar na loja, mas o alertei de como seria a experiência.
O atendente nos receberia, já em português, com um sorriso no rosto, muito simpático, iria contar um pouco de suas aventura com o sonho americano, desde quando ele estava na “América”, como eles adoram se referir aos Estados Unidos, e blá-blá-blá.
É claro que esta interação aconteceu exatamente como eu havia previsto. Depois do script inicial, fomos ao que interessava, a tal câmera.
Eles rapidamente disseram que possuíam uma em estoque (só uma, para provocar a ansiedade e medo de perder esta única unidade), e foram buscar para demonstrar.
Meu amigo disse que já conhecia bem o equipamento e que realmente queria comprar, perguntou então o preço. O atendente então foi até um terminal de computador, e voltou com a bomba. O valor que ele pediu por aquela câmera era 60% mais caro do que o que eu tinha pago pelo mesmo modelo, sem nenhuma diferença.
Dissemos a ele que estava muito caro, ele deu alguma desculpa de que não são eles que fazem o preço ou alguma ladainha deste tipo e fomos embora.
E esta é a estória de como o meu amigo aprendeu a jamais entrar em lojas no exterior que ostentam bandeiras do brasil em suas fachadas.
A sugestão aqui é, principalmente para equipamentos mais caros, como câmeras, laptops, mas também equipamentos menores, a compra pelo site Amazon é a melhor opção, e eles entregam em hotéis e casas alugadas sem problemas.
5- Vá aos destinos mais procurados, mas procure áreas menos “poluídas”
E se você ainda assim quiser visitar alguns dos destinos mais populares do mundo, mas sem que eles estejam muito “contaminados” com os irmãos verde-e-amarelos, há ainda a possibilidade de usar algumas técnicas que lhe ajudarão a ver o destino de uma forma mais nua, mais autêntica.
Alguns exemplos rápidos:
Em Miami, evite a Lincoln Road
A Lincoln Road, em Miami Beach é até interessante de se visitar. Mas se você quiser evitar brasileiros, não visite este batido destino. Além de vários compatriotas circulando pelo calçadão, você ainda encontrará brasileiros trabalhando em algumas lojas e restaurantes.
Não me entenda mal, a Lincoln Road é legalzinha, mas acredite quando eu digo que existem outras áreas pedestrian-friendly na Flórida, com muito menos (ou quase nenhum) brasileiros circulando, e bem mais bonitas inclusive.
Outra razão para evitar a Lincoln Road: o local é um antro do fumo e dos fumantes. Se você não gosta disso, como eu, esta passa a ser mais uma razão para evitar a Lincoln Road.
Na Disney, chegue nos portões 20 minutos antes do horário oficial de abertura
Muita gente em férias fica com preguiça de começar o dia bem cedo, e na Disney isso não é diferente. Pouca gente está disposta a começar um dia de férias tão cedo.
Se você for um deles, na Disney você não só vai ter o parque bastante vazio durante as duas primeiras horas da manhã, como também quase não cruzará com brasileiros, e muito menos com grupos de excursão. Estes tendem a chegar perto do meio dia, horário em que o parque alcança o seu pico de lotação.
Outra forma de evitar brasileiros é visitar a Disney em dias de chuva. Saiba mais clicando no link abaixo:
Veja também: Vale a pena visitar os parques da Disney em dias de chuva?
Em Orlando, alugue uma casa em vez de se hospedar em hotel
Os hotéis em Orlando podem ser práticos e relativamente baratos. Mas podem também estar cheios de brasileiros. Alguns como hospedes, assim como você, outros trabalhando por lá, e alguns até, tentando passar a perna em compatriotas desavisados.
A “pegadinha” mais comum é a dos tickets grátis para a Disney. Você precisa concordar em ver uma “palestra gratuita”, e depois receberá tickets grátis para os parques.
Parece bom demais pra ser verdade, certo? É porque realmente é bom demais pra ser verdade!
Brasileiros caem neste conto do vigário todos os dias. Até pessoas com certo nível de instrução e boa condição financeira. Na hora da ganância, as pessoas “burrificam”. E eu já te contei que as pessoas que aplicam estes golpes em brasileiros são também… isto mesmo, brasileiros!
Mais um motivo para ficar longe deles. E aí é que entra um outro tipo de hospedagem, que lhe dá muito mais liberdade e isolamento deste tipo de atividade. Estou falando aqui das casas de aluguel temporário em Orlando (Kissimmee para ser mais exato).
Você terá sua casa só para você e sua família, evitando os lobbies e áreas de café da manhã lotadas de brasileiros.
Em Nova Iorque não faça o passeio oficial até a Estátua da Liberdade
Há uma forma bem mais legal e menos “contaminada” para se ter uma boa vista da Estátua da Liberdade e da Liberty Island.
Estou falando aqui de tomar a Staten Island Ferry. Saiba mais sobre isto aqui.
Quando em Veneza, dirija apenas uma hora e meia até as Montanhas Dolomitas
Veneza é ótima e não pode ser deixada de lado, mesmo que ela esteja quase sempre cheia de turistas, durante o dia pelo menos. A maioria dos turistas deixa Veneza ao anoitecer.
Veneza é um ótimo ponto de partida para um pesseio por uma área lindíssima, onde dificilmente você vai se deparar com algum compatriota. Estou falando das Montanhas Dolomitas, uma das áreas mais bonitas dos Alpes.
Eu já falei aqui no Blog sobre cidades do Norte da Itália que normalmente não estão nos roteiros dos brasileiros mas que você deveria visitar. A maioria delas fica a pouco mais de uma hora de carro a partir de Veneza. Esta proximidade propicia inclusive que você vivencie o melhor dos dois mundos, ou seja, você fica hospedado em Veneza, na ilha mesmo, e faz uma Day Trip até as Dolomitas, visite aquela área incrível, e, no final de tarde, volte para a belíssima Veneza. Desta forma você voltará em um horário em que a maioria dos turistas (dentre eles vários brasileiros), já deixaram a ilha para trás em busca do próximo ponto turística para pinarem em seus mapas.
É claro que outra ótima opção seria dormir em uma cidade como Bolzano, Trento, Belluno, ou Cortina d’Ampezzo.
Veja também: Cidades do Norte da Itália que não estão nos roteiros mas que você deveria visitar
Que tal um cupom de US$20,00 para alugar uma casa no exterior?
Pelo link: Cupom de 20 dólares de desconto, você recebe 20 dólares de desconto por ter chegado ao site do AirBnB por indicação minha, e o melhor, eu também ganho os mesmos 20 dólares como um cupom para utilizar em uma próxima viagem. É isto que eu chamo de relação ganha-ganha!
Considerações Finais
Não me entenda mal, eu até já fiz novos amigos brasileiros em viagens, mas de brasileiros o Brasil está cheio. Valorize mais os encontros com nativos, e quem sabe turistas de outros países, pois ao menos isto pode favorecer que você pratique outro idioma. Conversar muito com brasileiros durante uma viagem só vai isolá-lo ainda mais da cultura e idioma locais.
Faça contato com brasileiros no exterior, se isso lhe agrada, mas evite que sua viagem seja dominada por experiências deste tipo, em detrimento de experiências mais puras com nativos e com o idioma local.
Dê a sua opinião!
O que você acha?
- Eu peguei pesado quanto à questão de conviver demais com brasileiros no exterior?
- Você prefere fazer contato com brasileiros no exterior?
- Você gosta de ir a restaurantes brasileiros no exterior?
- Você fica com saudades do feijão e outros alimentos que come sempre em casa?
Contribua com a questão deixando a sua opinião no quadro de comentários abaixo. Concorde ou discorde, há espaço para todo o tipo de opinião aqui!


O texto é perfeito!!!
Já tive experiência parecida, fiz uma viagem para Cancun com a minha esposa, e acabei fazendo um passeio aonde tinha alguns brasileiros, minha vergonha foi tanta que no final do passeio pedi desculpa para o guia e motorista, nunca senti tanta vergonha de ser brasileiro, nem mesmo os escândalos de politicas me envergonharam tanto. Infelizmente novo país tem uma grande numero de pessoas mal educadas, sem educação, falta de bom senso etc…
Criticar o povo brasileiro não é crime, mesmo adorando nosso país temos que ser coerente e sincero, é uma triste realidade.
Quanto ao ponto das experiências concordo plenamente, sempre faço isso e penso da mesma forma. A coisa mais valiosa em uma viagem é conhecer a cultura, comida, estilo de outros países, acho que é a coisa mais enriquecedora em uma viagem para fora do país.
Meus parabéns pelo texto, o assunto é muito interessante e importante.
Abraço
Ola Alyson,
Entendo que as pessoas que se sentiram ofendidas pelo seu texto provavelmente não presenciaram situações embaraçosas provocadas por brasileiros no exterior, em nome da expressão da cultura nacional. Que fiquem em sua terra natal, sejam plenamente felizes e compartilhem da bagunça, falta de civilidade, desrespeito e má educação , tão tristemente mostradas na terra brasilis.
A verdade dói, isso sim …
Não achei esnobe e concordo com o pensamento dele! Em todas as viagens que fiz em grupo, os únicos que deram problemas eram brasileiros, infelizmente. Sou brasileira também, mas não gosto de encontrar brasileiros “desconhecidos” em viagens.
Obrigada pelas dicas.
Olá Nádia.
Obrigado pelo seu comentário.
Realmente este post deveria fazer com que muitos brasileiros “colocassem a mão na consciência” e passassem a mudar alguns comportamentos demonstrados em viagens ao exterior. Infelizmente muitos, ao lerem o texto, entram na defensiva para quem sabem se esquivar o fato de eles próprios se compartarem mal.
Mas o que importa é que talvez, mesmo que um pouquinho, eles comecem a pensar a respeito.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
Moro há quase dez anos no exterior, nesse tempo refiz minha vida e sou muito feliz. Tenho evitado manter contato com outros brasileiros pois os que encontrei estavam apenas interessados em tirar vantagens, em suma: só queriam se dar bem ás minhas custas. Até a parentela me cansa com mil pedidos de presentes, acham que eu sou papai noel? Bem, se me acharem esnobe por ter me blindado, isso pouco me importa, o que sei é que assim vivo muito bem, em paz. Comigo é assim: qualidade, pois quantidade nao me interessa.
Minha experiência de viagem ao exterior se limita, até hoje, a América Latina. Mas vc tem toda razão em querer evitar brasileiros. TODAS as situações de vergonha alheia foram protagonizadas por brasileiros. Falta de educação, desrespeito as regras locais, falta de respeito com a cultura local…. Eu nem falo português com minha irmã durante a viagem, pra não atrair essa gente mal educada.
Olá Delaine.
Obrigado pela leitura e pelo apoio.
Isto significa ainda mais pra mim depois de ver que várias pessoas ou não leram com atenção, ou nem ao menos leram o texto acima e me criticaram apenas pelos títulos.
Concordo com você, fica bem destacada a falta de educação dos nossos irmãos brasileiros quando em viagens ao exterior. Parece que eles se soltam ainda mais.
É claro que isto não é unânime, já fiz bons amigos que conheci em filas de atrações no exterior, além de ter um grande prazer em encontrar amigos e conhecidos quando em viagem.
Obrigado novamente pela mensagem.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
hahahahaha muito bom o texto e claro se nota perfeitamente o mimimi q essa brasileirada faz quando so le as letras grandes do titulo. Um chororo como se aqui pelas ruas todos se cumprimentassem e fossem gentis no transito ..ham ham … adorando seu blog
Alyson, parabéns pelo seu texto, que realmente dá dicas valiosas para pessoas que têm esse interesse. Não costumo comentar sempre, pelo pouco tempo, mas hoje fiz questão pois me entristeci bastante ao ler os comentários de pessoas ignorantes, criticando você quando claramente não têm motivos para isso.
Obviamente não entenderam mesmo o que você quis dizer. Não se abata; sempre tem aquelas pessoas que querem criticar e tentar ofender alguém, pois via internet todo mundo é corajoso. É pura questão de ignorância e arrogância mesmo. Elas dizem que você foi esnobe, porém em nenhum momento eu percebi isso. Falam como se você não respeitasse a cultura dos brasileiros, mas em que parte entenderam isso? Você simplesmente fez um post para quem está interessado em evitar brasileiros em suas viagens ao exterior – pessoas como eu.
Muitos viajam ao exterior e como não sabem falar o idioma local, acabam se apegando mesmo aos brasileiros que encontram pelo caminho. Alguns ainda só estão interessados em tirar fotos para pôr no instagram os pontos turísticos “batidões” que visitaram, mas não querem nada com a cultura local. Então, não se interessam e não compreendem “a imersão” que eu, você e muitos aqui apreciam.
Não se deixe jamais desanimar por comentários de pessoas pobres de mente.
Um abraço.
Amanda
O típico comentário de quem tem vergonha de ser brasileiro… Se lamenta por nao ter nascido na Europa, e trabalha 11 meses por ano para se sentir gente 1 mes..kkk
Olá Diego.
Pelo contrário, tenho orgulho das minhas duas cidadanias, tanto a brasileira quanto a italiana.
Me sinto muito bem durante o ano todo, e quando viajo, me sinto ainda melhor por estar viajando.
Agora uma pergunta, você leu o texto inteiro? De quais partes exatamente você discordou?
Ou você apenas leu o título e os subtítulos?
Obrigado pela audiência.
Alyson Regis Darugna
E esse seu comentário é típico de quem só quer saber de criticar os outros, pra se achar superior. Nem entendeu o que o cara quis dizer.
Li alguns artigos aqui estava achando coisas estranhas e agora veio a confirmaçao. Realmente você é brasileiro. A unica poluição existente aqui é sua opinião, e sinto muito por você se fazer de besta e por ser você uma pessoa tao superficial.
Olá Gustavo.
Sem dúvida, sou brasileiro. Por isso os textos em português do brasil! 😉
Sinto muito por ter lhe ofendido com os meus textos.
De que parte exatamente do meu texto você discorda?
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
Muito pertinente o artigo!
Sempre que vou para o exterior, a ultima coisa que desejo é uma experiência que me remeta ao Brasil.
Nada contra o meu país, que amo e tenho orgulho, mas se estou passando um período fora (uma viagem de no máximo 21 dias, como foi o meu recorde), não tem porque ficar nessa agonia de buscar contato com algo que me remeta ao meu país.
Não como em restaurante brasileiro no exterior (se fosse assim porque viajar?). Nos EUA, nada de loja com bandeirinha verde amarela (já dei essa dica a amigos, que não me ouviram quebraram a cara, pagando mais caro alem do material que compraram ser refurbished). Enfim, o artigo trouxe tudo que penso.
E vamos deixar de lado o politicamente correto e ufanismo verde amarelo babaca que muito tem desenvolvido por este país, onde a sensibilidade parece que fica aflorada quando se falam algumas verdades que desagradam.
Gostei muito! É interessante fazer uma viagem e desfrutar de sua cultura, sua história e a língua falada. É pertinente fugir um pouco dos compatriotas pra viver uma verdadeira experiência, mesmo que com seus altos e baixos rsrs. Eu fiz um intercâmbio para a Argentina e aprendi muito lá, mesmo assim vi que deveria ter aprendido mais, conhecido mais, mas enfim… levo como experiência também
Abraços.
Pedro Ricardo
Legal Pedro!
É exatamente esta a ideia!
Obrigado por compartilhar conosco a sua opinião.
Alyson Regis Darugna
Fazia tempo que nao lia um artigo tao esnobe! Vivo na Europa e viajo muito. Encontrar um grupo de brasileiros e escutar a lingua portuguesa sempre me pareceu muito agradavel pois os brasileiros sao um povo muito alegre, sao amaveis e estao sempre dispostos a ajudar.
Olá Melissa.
Sinto muito que você se sinta assim com relação ao artigo acima.
Entendo que a sua situação, a de viver fora por muito tempo, acabe levando você a gostar de encontrar brasileiros no exterior. Eu também já passei meses no exterior e gostava de encontrar brasileiros. Mesmo em viagens curtas, estes encontros podem ser interessantes e prazerosos.
O ponto do artigo em questão, por outro lado, é o de valorizar ao máximo a experiência de imersão em viagens curtas.
Veja, a maior parte dos turistas acaba optando, por escolha ou por necessidade, por viagens curtas, digamos de 7 à 12 dias. É um período muito curto para você precisar de restaurantes brasileiros e de contato muito frequente com outros brasileiros.
Em viagens curtas como estas, vale mais a pena tentar extrair o máximo de experiências que você só vai poder ter no local visitado. E, cá entre nós, se você ocupar o seu valioso tempo de viagem indo a restaurantes brasileiros e interagindo com seus co-nacionais, parte desta rica experiência será perdida.
Você já calculou quanto custa o seu tempo em viagem? Some todos os seus custos de viagem, e divida pelo número de noites efetivamente dormidas no exterior. Não sei você, mas eu acho caro demais para desperdiçar.
Em resumo, a ideia não é esnobar os brasileiros no exterior, eu tenho bons amigos que vivem fora, e já fiz boas amizades com brasileiros que encontrei em filas, mas não é para isso que eu viajo, se isto acontecer, ótimo, mas não é o que eu busco.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
Olá Alyson,
Farei uma viajem de 2 semanas em outubro, vou à Alemanha e pretendo visitar outros países também. Estou em busca de dicas como estas que você posta no blog. Estou adorando! Obrigada!
Adoro literatura, sou apaixonada por Shakespeare, gosto de fotografia, belas paisagens. E apesar de estar morrendo de medo de viajar sozinha, eu vou! O dinheiro está curto, então estou em busca de destinos que tenham a ver comigo, que sejam econômicos e que otimizem meu tempo, afinal 2 semanas passam mto rápido…
E sobre o texto acima, é muito simples de entender, e você está certo! Trata-se de imersão!!!!!!!
Thanks
Olá Alyson.
Entendi perfeitamente a sua colocação.
Acho realmente interessante esse ponto.
No meu caso, eu separado um dia e procuro um restaurante brasileiro legal para que eu possa levar a gringaiada pra conhecer. Caso eu não encontre um bom restaurante, eu sempre procuro um lugar para comprar os produtos e fazer um jantar bem Brasil.
😀
Acho importante me incorporar a cultura local, mas tbm quero que eles vejam “o que é que a baiana tem” 😀
E assim vamos dividindo nossas experiencias.
Oi Carine.
Obrigado pela sua mensagem.
Que legal! Essa é uma ótima abordagem. Legal ressaltar que você separa um dia para isso.
Realmente o que não acho legal é o que algumas pessoas fazem, que é ir procurar restaurantes brasileiros em praticamente todos os dias de suas viagens.
O que você propões é algo interessante principalmente pelo fato de ser algo equilibrado!
Quando você fala em gringaiada, você se refere a amigos que moram no exterior?
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
Argh, você é daquele tipo que menospreza, fala mal, esculhamba mas vive aqui, trabalha aqui. Por quê não se manda daqui?
Olá Noemi!
Tudo bem?
Obrigado por visitar o Blog Viagens Dicas.
Em que parte do texto você leu que eu menosprezo ou falo mal do Brasil? Ou melhor, você ao menos leu o texto ou deduziu o que é falado nele a partir somente do título?
Vou resumir a questão pra você em uma única frase:
A frase pode até ter ficado grande, mas é um resumão do que é dito no texto acima. Então, antes de me violentar verbalmente e tentar me expulsar no Brasil, que tal ler o texto com atenção e escrever um comentário com mais embasamento?
Alyson Regis Darugna
Olá Alyson,
eu entendi perfeitamente o seu post e me identifiquei muito com ele.
Sempre me senti assim mesmo, desfocada do objetivo da viagem ao ‘me entregar’ demais pra brasileiros e só do olhar, tive o sentimento que eles pensavam o mesmo.
Pra quem mora fora, o sentimento é o mesmo, na vida mesmo.
Eu adorei o blog e estou tirando muitas dicas daqui.
Abraço e boas viagens! 😉
Muito pertinentes teus comentários…viajar é uma forma de conhecer as diversas culturas, trocas experiência e porque não, se colocar no lugar daquela determinada pessoa daquele país em que visitamos.
Teu comentário foi mais focado para quem frequenta os EUA, e aliás, vc cita como preferência.
São apenas dicas, normais de um blog.
O que não concordo é com a falta de maturidade e responsabilidade de alguns colegas que comentaram a respeito de teu blog.
Opiniões devem ser respeitadas.
Não acho que vc pegou pesado, apenas deu sua opinião e dicas, que caso um dia eu vá para os EUA(o que particularmente não tenho interesse) eu possa utilizar, já que meu interesse é de conhecer novas culturas ao viajar.
Obrigada por partilhar conosco tuas experiências!
Abraços meu amigo!
Oi Susan.
Que legal te “ver” por aqui!
Obrigado pela tua visita ao Blog e pelo teu comentário. Comentário este muito pertinente! É isso aí, você entendeu o ponto, são dicas e sugestões minhas com relação à questão. Não os coloco como verdades absolutas, mas sim como uma metodologia que venho utilizado em minhas viagens e que vem dando certo.
Um comentário rápido sobre o que você falou sobre não ter interesse em visitar os Estados Unidos. Eu me reconheço nesta tua posição, antes de eu ir pela primeira vez aos Estados Unidos eu também não tinha vontade. Já tinha visitado a Europa mais de uma vez e era prá lá que eu queria voltar. Acabei cedendo pois minha esposa queria mudar o destino, pois por mim eu faria novamente um dos meus roteiros preferidos (chegar por Veneza, subir ao Norte pelas Dolomitas, passar por Innsbruck, Munique, e voltar novamente para o Sul atravessando desta vez a Suíça).
Como eu escolhi fazer a vontade dela, fomos para os Estados Unidos. Depois daquela viagem, apesar de já ter voltado para a Europa mais de uma vez, acabei indo diversas vezes para os Estados Unidos. Estou comentando isso porque talvez valha a pena dares uma chance àquele imenso país, cheio de belezas e encantos só dele.
Grande abraço e muito obrigado novamente por tirares um tempo para prestigiar nosso Blog.
Alyson Regis Darugna
Olá, Alyson,
Compreensível que muitas pessoas se sintam ‘ofendidas’, porém concordo com você.
Não pelo fato de fugir de brasileiros por serem brasileiros, mas se você está em outro país, por que viver aquilo que vê todos os dias? Não faz sentido.
Quando morei em Buenos Aires, tentei me afastar de brasileiros, só assim aprendi o idioma como se deve, conheci restaurantes, locais e outras coisas que somente nativos poderiam te ensinar.
Você está certo! A brasilidade vivemos no Brasil, lá fora devemos experimentar coisas novas.
Olá Bruna.
Realmente, não é uma questão de preconceito como algumas pessoas alegaram. A questão é realmente esta que você apontou, nós passamos o ano inteiro no Brasil (em meio a brasileiros), quando vamos viajar, nada melhor do que tentarmos interações com os nativos do local visitado.
Eu entendo que para muitas pessoas exista uma forte barreira que é o idioma, mas até a transposição das dificuldades que outro idioma impõe é uma das partes mais enriquecedoras da experiência de viajar.
Um abraço.
Alyson Regis Darugna
Infelizmente não consegui Evitar de ler este blog.
Conheço André do Ipaddicas que me tem ajudado muito no uso do ipad, e resolvi ver este blog.Mas que arrependimento, nem parece ser da mesma pessoa. Totalmente arrogante,preconceituoso,uma idiotice total.E por favor , seja mais inteligente e respeite as opiniões contrárias, que pelo menos aqui é maioria, para seu crescimento profissional.
Sinto muito Paulo, sinto que você tenha lido de forma superficial o texto, sinto que você não tenha entendido a mensagem, e sinto muito pela forma agressiva que você escreveu o seu comentário.
Mesmo assim, gostaria de te agradecer por deixar a sua opinião aqui em nosso Blog. A ideia aqui é fomentar uma visão crítica sobre a experiência de viajar. Mas é claro que para isto é necessário que a pessoa que venha a comentar leia o texto com atenção.
Obrigado mesmo assim,
Alyson Regis Darugna
Oi Alyson!
Ahaha, vc realmente pegou pesado! Não que não tenha razão…mas vc foi direto na veia! Bem sincero mesmo!
Mas, concordo com tuuuudo que vc falou! Adoro viajar, então sempre que dá, embarcamos, meu marido e eu, pra algum lugar. De preferência na Europa, mas tbm gostamos dos EUA e etc.
Assim como vc, fugimos de multidões, grupos, restaurantes brasileiros e por aí vai. Nunca fizemos uma excurção! Nas nossas viagens nós decidimos roteiros, onde ficar, comer, o que ver e com quem estar…sempre foi assim e acreditamos ser a melhor maneira de nos divertirmos…gosto é gosto!
Temos dois filhos, 25 e 24 anos, que sempre nos acompanharam desde pequenos, hoje nem tanto, pena…mas a idade, empregos, agendas, dificultam um pouco, natural!
Enfim, o que quero dizer é que em todas viagens em que nos acompanharam, assim como nós, adoravam vivenciar novas experiências culturais e gastronômicas! Adoramos arroz e feijão, mas estes deixamos para comer em casa!
Parabéns pelo blog!
Olga
Nossa!! Muito bobinhos seus comentários. Ia utilizar o blog como recomendação para os meus alunos da pós, mas depois disto que li…
Isso somente mostra Thiago que mesmo um professor de “Pós” pode não saber interpretar um texto do bem.
Tudo o que voce falou é real, prioncipalmento no quisito restaurante, lojas com bandeirinhas do Brasil e golpes de brasileiros em outros brasileiros (triste). O artigo está muito bom e , de forma alguma voce pegou pesado. Obrigado pelas dicas. Adoro seu blog
Sim, você pegou muito pesado. Inclusive, achei ridícula até a ideia do post. Nem parece que você é brasileiro. Você deveria ao mínimo tentar respeitar nossa cultura e nossa nação. Só valoriza as coisas de fora. Sim, o Brasil tem problemas, mas faça pelo menos um esforço de ver um lado bom em nosso país, que garanto, tem vários. Muito menos vou fugir de brasileiros se eu os encontrar, que coisa ridícula. Não vou deixar de fazer o que eu quero por correr o risco de encontrar brasileiros, ainda mais fazendo roteiros pra isso. Que absurdo!
Você não entendeu o texto João, além do mais, o autor não obriga ninguém a seguir as 5 formas de evitar contato com brasileiros, é uma sugestão para obter “maior imersão” durante as viagens, para aproveitar de forma mais profunda cada minuto no exterior.
Se você não tem a capacidade de compreender que é uma sugestão do bem, para que você possa aproveitar melhor, simplesmente não a aplique e siga comendo seu arroz com feijão na Flórida, ou seja lá onde for. Se isso lhe faz feliz, seja feliz.
Concordo contigo em gênero, número e grau!!!! Nada contra brasileiros mas………..ir viajar e ficar com saudades do arroz com feijão????Fica em casa então!!!!! Eu e meu marido não viajamos nem em excursão e muito menos em temporada, justamente prá fugir dessa muvuca brasileira e olha que mesmo assim, o que encontramos de brasileiros, querendo puxar papo enquanto você quer mesmo é conhecer, fotografar, se enfurnar pelas ruas e lugares!!!!!Nada contra…………mas também nada a favor……….srsrsr