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Mitos e Verdades Sobre Visitar a Disney (O Que as Pessoas Ainda Erram)

4 de abril de 2014 Alyson Darugna 27 Comentários

Mitos e Verdades Sobre Visitar a Disney: O Que as Pessoas Ainda Erram

A Disney opera como narrativa mítica em cultura popular. Pessoas que nunca visitaram possuem certezas sobre custos, experiências e funcionalidade que divergem radicalmente de realidade operacional de 2026. Este texto deconstrói mitos específicos que contaminam planejamento e resultam em decisões estratégicas equivocadas. Não é um exercício de “desmistificação romântica”, mas de alinhamento entre expectativa construída e operação observável.

MITO: “Disney é mais cara em 2026 do que foi no passado”

Verdade Parcial. O preço do ingresso simples aumentou, sim. Um ingresso de um dia para Magic Kingdom em 2026 custa entre USD 109 a 199 dependendo da data. Isto é aumento real. Porém, o custo total de viagem não cresceu proporcionalmente ao aumento de ingresso porque: (1) você não precisa comprar ingresso de um único dia, pacotes de múltiplos dias oferecem desconto por dia; (2) hospedagem oferece opções diversificadas (USD 120 a 250 por quarto em temporada média); (3) refeições têm amplitude ampla (fast casual por USD 15, restaurante por USD 60+).

O erro é comparação falha. Famílias brasileiras compararam custo 2015 com 2026 e concluem “ficou 3x mais caro”. Não ficou. Ingresso cresceu 80%, hospedagem cresceu 50%, comida cresceu 40%. Crescimento heterogêneo. Se você visita durante temporada média (abril, setembro, novembro), custo está mais próximo de 2015 do que parece. Temporada de pico (Natal, Páscoa, feriados) é exponencialmente cara em qualquer ano.

MITO: “Lightning Lane custa USD 15 a 20 por atração, é impraticável”

Verdade Parcial, mas desatualizada. Lightning Lane Single Pass em 2026 custa entre USD 20 a 80+ por atração (não USD 15). Multi Pass (acesso a várias atrações por dia) começa em USD 30 e escala a USD 449+ em períodos de pico. Para Single Pass de atração popular em dia de pico, custa USD 70 a 99. Isto é caro, sim. Porém, a questão não é “é caro?”, é “vale o custo em economia de tempo?”.

Se você espera 90 minutos em fila por Dumbo, e Lightning Lane custa USD 30, você economiza 1.5 horas. Valor de 1.5 horas em parque (considerando gasto de energia, fadiga psicológica, opportunity cost de outra atração) é mensurável. Se você é família com crianças pequenas (fatiga extrema em fila), Lightning Lane oferece utilidade real. Se você é viajante solitário com tempo imensurável, não compre Lightning Lane, apenas planeje dia com ritmo de fila natural.

Mito real é “Lightning Lane é accessível para todos”. Não é. É ferramenta premium. Visitantes que planejam sem Lightning Lane precisam calibrar expectativas: 3 a 4 atrações por dia em temporada alta é realista. Com Lightning Lane agressivo: 6 a 8. Escolha seu modelo operacional.

MITO: “Disney é para crianças, adultos não deveriam ir”

Falso. Disney opera estrutura paralela de entretenimento adulto não menos que infantil. Epcot é parque fundamentalmente orientado para adultos (bebidas em World Showcase, culinária em restaurantes fechados, pavilhões cuja narrativa é mercadológica internacional). Hollywood Studios oferece experiências de cinema adulto (immersive Star Wars). Magic Kingdom oferece nostalgia adulta (Haunted Mansion tem design intelectual, não infantil). Bars temáticos dentro dos parques oferecem experiência de consumo premium para adultos sem crianças.

Dinâmica é: visitantes adultos sem crianças planejam itinerário diferente (mais restaurantes, menos fila em atrações infantis, mais participação em espetáculos). Isto é perfeitamente válido. O mito persiste porque marketing Disney historicamente priorizou imaginário infantil. Mas operação em 2026 reconhece adultos como segment significativo.

MITO: “Se chegar cedo (rope drop), você consegue fazer mais atrações”

Verdade, mas com caveat crítico. Rope drop (abertura do parque, geralmente 8h ou 9h) oferece janela de 60 a 90 minutos onde filas estão vazias. Primeiras 3 a 4 atrações são fazíveis sem espera. Porém, após este window, filas normalizam e permanecem longas até tarde. Vantagem real de rope drop é iniciar dia com sensação de progresso, não de capturar 10 atrações.

Dinâmica em 2026 é: algoritmo de Mobile Ordering e Lightning Lane tornam rope drop menos absolutamente necessária. Se você compra Lightning Lane para atrações de pico, pode entrar à 10h da manhã e ainda experienciar parque com eficiência similar a alguém que acordou às 5h. Rope drop ainda oferece vantagem (economia de Lightning Lane, menos aglomeração psicológica nas primeiras horas), mas não é mandatório como era em 2015.

MITO: “Comida de parque é cara e ruim”

Parcialmente verdadeiro. Comida é cara (sanduíche simples: USD 16-19). Qualidade é heterogênea. Alguns itens são indistinguíveis de fast casual mediocre (hot dogs de carrinho). Outros (Be Our Guest em Magic Kingdom, Les Halles em Epcot) oferecem culinária genuína.

Estratégia de custo é: café substantivo no hotel, lanches de parque selecionados (priorize itens menos manufaturados), refeição almoço/jantar em restaurante com móvel ordering que economiza tempo e oferece qualidade superior ao carrinho. Isto distribui custo alimentar de forma que nenhuma refeição é catastrofe de preço ou qualidade. Visitante que tenta “economizar” comendo apenas lanches de parque experimenta fadiga intensificada e nutrição reduzida.

MITO: “Multidão em parques é insuportável em 2026”

Verdade. Multidão é real. Entretanto, “insuportável” é subjetivo. Parques em temporada média (setembro, outubro, abril) oferecem aglomeração gerenciável. Períodos de pico (Natal, Páscoa, Feriados brasileiros) são geometricamente mais aglomerados. Estratégia é planejamento de temporada. Se você deve viajar em Carnaval, aceite multidão como constante. Se pode escolher, setembro (pós-volta às aulas) oferece aglomeração 50% menor que dezembro.

Algoritmo de parque também importa. Magic Kingdom é parque de maior densidade. Epcot distribui visitantes entre dois parques (Future World e World Showcase), resultando em aglomeração percebida menor. Animal Kingdom oferece expansão geográfica que distribui densidade.

MITO: “Epic Universe é parque grande que resolve multidão”

Parcialmente verdadeiro, e com dinamismo interessante. Epic Universe (aberto maio 2025) foi projetado com capacidade ampla. Porém, em 2026, está em fase de “ramp-up” de visitação. Isto significa: Epic ainda oferece filas mais curtas que parques tradicionais, mas está acumulando visitação mês a mês. Por três a seis meses após abertura, Epic oferecia alternativa lógica para dividir multidão. Em março de 2026, continua sendo opção menos aglomerada que Magic Kingdom, porém mais cheio que estava em 2025.

Decisão estratégica: se objetivo é evitar multidão máxima, incluir Epic em itinerário oferece redistribuição. Se objetivo é “experienciar tudo”, Epic é adição obrigatória que exige 2 a 3 dias adicionais de parque.

MITO: “Você deve contratar tour guide para maximizar experiência”

Falso, dependendo de perfil. Tour guides oferecem conhecimento histórico (Walt Disney, design de parque) e acesso reduzido a filas em contextos de grupo. Custo é USD 300 a 600 por pessoa para tour de 7 a 8 horas. Valor é reduzido se seu objetivo é simplesmente experienciar atrações. Valor aumenta se seu objetivo é história, storytelling, fotografia profissional, ou se seu grupo é muito grande e dinâmica exige estrutura.

Alternativa é aplicativo My Disney Experience mais pesquisa em fóruns (intercot.com, wdwmagic.com) que oferecem conhecimento equivalent gratuitamente. Se você é inteligente sobre pesquisa pré-viagem, tour guide não é necessário.

MITO: “Testar positivo para COVID arruina sua viagem”

Realidade em 2026 é diferente de 2020-2022. COVID circula, mas severidade é reduzida para vacinados (maioria de visitantes). Disney não exige teste negativo para entrar. Se você está doente (tosse, febre), estar em parque é questão de saúde pública (você infecta outros) e pessoal (seu corpo está comprometido). Recomendação é: se testa positivo, considere repouso no hotel por 1 a 2 dias, depois reavalie. Se sintomas são leves (tosse seca, sem febre), alguns visitantes optam por continuar com mascarilla em parque.

Não há risco de cancelamento automático de viagem. Há risco de viagem ser menos divertida por causa de fadiga pós-infecção. Use senso clínico.

MITO: “Treehouse Villas e Disney Vacation Clubs são investimento que se paga”

Parcialmente falso. DVC oferece economia de custo hoteleiro se você viaja frequentemente (3+ vezes por 5 anos). Pagamento inicial é USD 10k-20k mais 1k/ano em manutenção. Se você viaja uma vez, DVC não se paga. Se você viaja 5x em 5 anos, economiza entre USD 10k-15k em hospedagem, atingindo break-even. Para viajante casual, é investimento em estilo de vida (acesso preferencial a datas, assentos nos parques) não em economia pura.

Treehouse Villas especificamente é premium dentro de DVC: custo adicional, aluguel é complicado, e experiência é mais rústica que esperado (árvores são barulhentas à noite com vento). Não recomende a menos que seja fã específico de formato.

MITO: “Você consegue fazer Disney em 2 dias com crianças pequenas”

Falso. Dois dias é insuficiente se seu grupo inclui crianças menores de 8 anos. Atrações infantis (Dumbo, Peter Pan, Jungle Cruise) têm filas estruturalmente longas (60 a 120 minutos em dias comuns, 180+ minutos em períodos de pico). Crianças pequenas se fatiga rapidamente: capacidade de atenção reduz após 4 horas contínuas de parque. Pausa para naptime (2 a 3 horas) é necessária para repouso fisiológico genuíno, não apenas distração. Ritmo realista é: Dia 1 em Magic Kingdom (entrada meio da tarde, 4 a 5 horas), Dia 2 em Epcot (menos orientado a crianças pequenas, oferece experiências adultas paralelas). Se grupo inclui múltiplas crianças de idades diferentes (alguns com 5 anos, alguns com 12), 3 a 4 dias oferece ritmo onde ninguém está destruído e pais ainda desfrutam (adultos podem fazer atrações em paralelo enquanto crianças descansam).

MITO: “Os parques são iguais, não necessita visitar todos”

Falso. Cada parque oferece narrativa distinta. Magic Kingdom é nostalgia americana clássica (castelos, princesas, automação otimista). Epcot é culinária internacional e futurismo. Hollywood Studios é cinema. Animal Kingdom é conservação de natureza. Experiências são fundamentalmente diferentes. Critério para “qual visitar” não é “são iguais”, é “qual alinha com seus interesses”. Se você ama cinema, Hollywood Studios é prioridade. Se ama bebidas internacionais, Epcot é. Ninguém precisa visitar todos, porém todos oferecem valor distinto.

Considerações Finais

Mitos sobre Disney persistem porque narrativa é mítica. Expectativas sociais colidem com operação real. Compreender quais mitos resistem à deconstrução (multidão é real) versus quais são falsos (custo é inescapável como parece) permite calibração de expectativas realista. Viagem bem-sucedida não é aquela que corresponde ao mito propagandístico, é aquela que corresponde ao vosso perfil pessoal. Leia como funciona o novo FastPass para compreender sistema de fila em profundidade, e consulte razões para visitar Orlando para decidir se viagem a Disney alinha com seus objetivos.


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Sobre Alyson Darugna

Alyson Regis Darugna é formado em Comunicação Social, casado, pai da bela Martina, cidadão brasileiro e italiano. Vive em Blumenau, Santa Catarina. Ama viajar e possui um interesse ainda maior pelo norte da Itália, pela Flórida em geral e pela Disney em particular. Fluente em Inglês e Italiano, possui também interesse pela língua Alemã. Tem como grandes hobbies a leitura, ficar por dentro de novas tecnologias, e, acima de tudo, viajar.

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Comentários

  1. Dandara diz

    10 de julho de 2017 em 14:56

    Uma coisa que me deixa muito irritada e tive que respirar fundo algumas vezes para tentar explicar para o “Ser humaninho” é:
    “Não vi nada demais nos parques. Achei cansativa e cara a viagem. Fui e não volto.”
    Ao escutar isso só faço um questionário.
    1º: – Você se planejou? Foi atrás de como funciona uma viagem para Orlando?
    2º: – Você foi qual época? Chegava qual horário nos parques?
    3º: – Qual era o tipo de férias que você esperava ao ir para Orlando?
    A pessoa começa a ficar sem saber responder direito e só falo:
    Visitar os parques de Orlando não é uma viagem para descansar. Os parques são enormes então para conseguir aproveitar e saber admirar as atrações tem que estuda-los. É uma viagem que tem que se organizar, ver o tipo de lotação para aquela época, escolher bem onde vai se hospedar, fazer um roteiro dos parques para pegar menos filas e saber usar ao máximo o fastpass. A Disney é uma empresa usada de referência no mundo inteiro, vc acha realmente que não tem nada demais ou será que o mundo todo ta errado e vc é o certo? Universal é diferente da Disney, começando pela riqueza dos detalhes, daiba diferenciar.
    Tento ser o mais educada possível. Mas que ódio que da dessas pessoas quando falam um absurdo desse.
    O que não entendo é que, realmente não é uma viagem barata. Então como você vai fazer uma viagem que vai gastar um valor mais alto e não se organiza? É uma questão de lógica! Tempo é dinheiro e o tempo é o segredo para curtir ao máximo os parques.
    Enfim… Amo a Disney!

    PS: adoro o trabalho de vocês!!
    Abraços a todos

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      10 de julho de 2017 em 23:45

      Muito obrigado pela sua mensagem Dandara.

      Fico feliz em saber que mais gente ama tanto a Disney a ponto de também se importar com esses detalhes.

      Um abraço.
      Alyson Regis Darugna
      http://www.viagensdicas.com
      http://www.clubewdw.com

      Responder
  2. Carlos Mattos diz

    22 de março de 2017 em 6:57

    Primeiro queria parabenizar.
    Segundo apenas comentar que quem nunca foi não saber o que é Orlando ou Florida. Como já escutei ou eu mesmo já cometi este erro achar que a baleia e Disney que Harry Poter é Disney achar que montanhas russas de Bush gardens é Disney que dá para fazer 2 parques nunca dia só conhecendo tudo ou os brinquedos principais que pode aceitar sugestão desse ou daquele parque “qual é melhor” sem realmente ir e ter a sua opinião achar que todos os restaurantes são caros e que os restaurantes temáticos são mais caros ainda que esses restaurantes só serve comida e não tem lanches como hambúrguer como dois que nos adoramos Rainforest e o T-Rex. Ou perder show de Rock na epcot no país Inglaterra no final do dia o dilema ??? assistir a queima de fogos ou ao show ao vivo de rock. Ou mesmo ir na NASA conhecer ou em Tampa ver o golfinho que perdeu a cauda Winter. Achar que dá para fazer compras em um dia que pacotes de 10 dias da para ir na Disney Universal Seoword Busch gardens compras ????que dá para fazer os passeio sem alugar um carro sim até da mais quando você colocar custo benefício irá ver que a economia e pouca e pelo que você andou durante o dia e a noite você não vê a hora de chegar no hotel desculpe não quis ofender ninguém é que quem nunca foi acha que tudo é perto e tem até metro lá que não é verdade Orlando e muito grande os parques são distantes ou aluga um carro ou usa o Uber. Então resumindo se você nunca foi vá para entender a magia não critique ou fale que é caro vá forme a sua opinião respeite as dos outros pois o grupo acredito eu e para dar ajuda dicas se alguém como eu tive problemas no hotel Cabana da Universal onde nãomk voltarei jamais não receba como crítica e sim como alerta pois outros brasileiros hospedaram lá e adoraram leia mas filtre mas vá sinta a magia de Orlando em especial Disney vá assistir um jogo de basquete mais vá.

    Responder
  3. Frederico diz

    9 de janeiro de 2017 em 11:46

    Ola. Gostaria de parabenizar por quase todo o texto. “Quase” . Na verdade sei e entendo que A Disney seja realmente muito caprichosa com seus brinquedos e inclusive as filas. Mas não vejo motivo para rebaixarmos tanto o nivel dos parques da Universal que ao meu ver são tão bons quanto , porém talvez com uma proposta diferente. Não , as suas montanhas russas e brinquedos não se resumem a ferros retorcidos expostos, vide a area toda dedicada a Harry Potter e agora a King Kong. Quando vou a Olrando nunca deixo de ir a Disney mas tambem não de ir à Univeral . Grato pelo texto e grato pela compreensão.

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      9 de janeiro de 2017 em 11:54

      Concordo 100% com você. Este texto é de 2014 e de lá pra cá a Universal correu atrás.
      Vou revisar o texto em função da motivação gerada por você.

      Muito obrigado.
      Um abraço.
      Alyson Regis Darugna
      http://www.viagensdicas.com
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      Responder
  4. Leandro Poyares diz

    29 de maio de 2016 em 11:28

    Apenas pra contextualizar, o último comentário faz referência a uma declaração que você recebeu dizendo basicamente que “ir sempre a Orlando com tantos lugares pra visitar é doentio”. Achei deslocado e desrespeitoso. No mais um abraço.

    Responder
  5. Leandro Poyares diz

    29 de maio de 2016 em 11:01

    Caro Alyson,
    ainda existem os desrespeitosos que se sentem no direito de criticar que seu alvo principal nas viagens seja Orlando com tantos outros lugares pra visitar. Na minha opinião, quando você vai aos EUA seu objetivo deve ser também o de assimilar os valores daquela comunidade. O americano preza muito a liberdade. Penso que as pessoas tenham o direito de ir aonde quiserem na hora que quiserem. Por vezes as críticas são de pessoas amargas que não podem escolher seu destino de férias. Na minha opinião ignorá -las é o caminho. Ah, e talvez mandar um post card do Magic Kingdom, rsrs. Abraço!

    Responder
  6. Tito diz

    29 de maio de 2016 em 2:03

    Fala, Alyson.

    Da mesma forma que você sou um apaixonado pela Grande Orlando. Pela Disney, então? Nem se fala… e minha esposa e meu filho mais velho foram “contaminados” por essa doença.

    Parabéns pelo belo trabalho que vc realiza quando o assunto é Disney. Para mim te seguir pelas redes sociais tem sido muito proveitoso e gratificante, pois aprendo cada vez mais sobre esse universo.

    O nível de detalhamento que você utiliza para passar suas informações acrescentou muitas coisas no meu planejamento para a minha próxima viagem.

    Realmente creio que você pode ir aos parques por anos e não conseguir visitar tudo o que seja interessante, pois eles são enormes… no caso específico da minha família, somos viciados em “meet & greets” e a cada ano vamos ampliando nossa lista de fotos com novos personagens e preenchendo mais livros de autógrafos.

    Muitos também estranham quando falo que eu e meu pequeno nos divertimos nas filas e em outros lugares dos parques procurando por “Hidden Mickeys”… canso de ouvir amigos me achando meio pirado… coisa de Disney Fanatic.

    E digo com toda a tranquilidade… a melhor coisa a fazer ao visitar os parques da Disney é abrir coração e mente, sem medo de ser feliz e voltar a ter a inocência de ser criança, pois aquele lugar é mágico.

    Nós aqui só temos um problema… a cada ano ficamos mais dias por lá e sempre voltamos com a sensação de que nossa viagem foi muito curta…

    Parabéns pelo post… pena que algumas pessoas não tenham entendido o sentido de suas palavras, que buscam esclarecer o universo de Orlando… sem falar que o título do post é bem claro… são coisas que irritam você (e que para mim podem render gargalhadas…). E você escreveu com o intuito de mostrar alguns fatos que são reais, buscando uma reflexão de como otimizar a visita de cada um e auxiliar no conhecimento correto desse mundo floridiano.

    Um abraço.

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      29 de maio de 2016 em 10:41

      Tito, muito obrigado pela sua mensagem.

      Adorei ler um pouco sobre a história da sua família no que diz respeito a Orlando e Disney.

      Fico muito feliz de saber que você se beneficia dos conteúdos criados.

      Com relação à algumas pessoas não terem entendido e terem se irritado. Acredito que tudo que valha a pena ser dito, vai encontrar resistência quando for dito. Algumas pessoas foram até bastante agressivas e o texto delas não pode ficar disponível.

      Muito obrigado novamente Tito e vamos manter contato.

      Grande abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Responder
  7. Daniele diz

    10 de julho de 2015 em 12:24

    Adorei seu post!!! Hehehe!!! Amo o mundo mágico da Disney !!! Acredito que cada parque, da Grande Orlando, tem um público alvo. (Claro que sou alvo de todos eles hehehe). Para mim, Orlando é sinônimo de diversão para todas as idades e é impossível conhecer em uma única visita hehehe eu já fui algumas vezes e a cada visita me surpreendo com as novidades!!!!!!

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      10 de julho de 2015 em 16:02

      Oi Daniele.

      Obrigado pela sua mensagem e pelo apoio!

      Pensamos da mesma forma. Orlando é um destino para se visitar de novo e de novo. Eu mesmo não quero parar de visitar este destino incrível nunca. Adoro tudo por lá, cada parque claro tem seus atributos diferentes. Mas é possível curtir cada um pelo que ele tem a oferecer.

      Eu também sempre me surpreendo a cada visita pela quantidade de novidades.

      Você já está com sua próxima viagem programada?

      Eu estive lá 2x este ano e agora estou sem nova data programada.

      Um abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Responder
  8. Mirian diz

    10 de julho de 2015 em 12:22

    Olá!

    Nunca li nada seu, esse foi o 1.o q li e me decepcionei!
    Cada um tem sua opinião e direito a tê-las, agora, qdo vai expor publicamente, o mínimo, é refletir antes.
    Também te achei prepotente, como alguns, e também, “preconceituoso”. As pessoas pedem fast food, pq não dominam o idioma e é mais fácil? Tem q ter preparo físico? Nossa!
    Vc foi qtas vezes? Sabia q existem crianças/pessoas q sonham com isso e não podem ir ou q juntam pouco pra poder ir?!? Se coloca no lugar e pensa, ela lendo o q vc escreveu!
    Mto infeliz suas colocações e se coisas tão banais te irritam, acho q deveria fazer algum trabalho social e perceber o caos ao seu redor!
    Amo a Disney, mas mto infeliz suas colocações.

    Responder
    • André Darugna diz

      16 de julho de 2015 em 0:26

      Olá Mirian, como vai?
      Agradecemos sua mensagem e gostaríamos de comentar que como amantes da Disney, gostamos que as pessoas aprendam as coisas como elas são e que possam aproveitar da melhor maneira o destino.

      Não precisamos fazer-nos de ignorantes para não chatear ninguém, nosso compromisso aqui é educar, mesmo que isso cause algumas más interpretações pelo caminho.
      Prepotência, tudo bem, essa é sua visão. Uma pessoa conhecedora de Disney diria que o Alyson é “bem instruído”, mas nunca prepotente.

      Você pode ver o copo meio cheio ou meio vazio, depende sempre do seu ponto de vista.
      Até já.

      Responder
  9. Claudia diz

    1 de fevereiro de 2015 em 12:16

    Alyson,

    Texto perfeito… concordo contigo .. ouço muito esses comentários e crenças absurdas… já fiquei irritada.. rsrs

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      1 de fevereiro de 2015 em 13:37

      hehehe, obrigado pelo seu comentário Cláudia.

      Realmente quem é fã não gosta de crenças sem base.

      Grande abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Responder
  10. Bruno Santos diz

    13 de outubro de 2014 em 15:06

    Eu estava achando esse blog o máximo até ler esse post. Também concordo com a Jenne e a Valéria, dizer que conhece um lugar não significa que sou um guia turístico profissional apto a dar informações precisas de todos os pontos. Moro a 27 anos em minha cidade e nem por isso a conheço integralmente.
    Exemplo:
    Quando alguém te perguntar: Conheces Bariloche?
    Então você responde: Não, eu passei umas férias lá de uns 10 dias, esquiei, tomei bons vinhos e etc, mas não posso dizer que conheço.

    Ahh Váa…

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      13 de outubro de 2014 em 15:16

      Olá Bruno.

      Obrigado pelo teu elogio inicial. Fico muito feliz.

      Sobre teus demais comentários, entendo tua frustração. Ter um hábito seu, que já está forte e internalizado, ser colocado em cheque, é sempre frustrante.

      Mas entenda o objetivo do texto em questão. Tente analisá-lo com a mente mais aberta, entender o seu objetivo.

      Você mesmo falou que não pode nem ao menos dizer que conheço profundamente sua cidade, então por que você iria querer dizer que conhece Bariloche?

      Já visitei Bariloche, já estive em Bariloche, é tão pior mesmo? Acredito que não. Acredito estas serem formas mais realistas de se referir aos destinos por nós já visitados.

      Até porque, convenhamos caro Bruno, o posicionamento de “Conheço tal lugar”, leva à inúmeros efeitos colaterais indesejáveis. O mais pronunciado deles seria uma atitude desta ordem: “Não vou incluir TAL CIDADE no roteiro da minha próxima viagem, pois já CONHEÇO TAL LUGAR”.

      Triste, não?

      Então este é o objetivo do meu texto, motivar as pessoas a enxergarem com realismo suas visitas à destinos do exterior, e também o de motivá-las a, desta forma, considerarem com mais intensidade o retorno a destinos que lhe agradaram.

      Obrigado pela sua contribuição Bruno.

      Um abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Responder
  11. Valéria diz

    30 de setembro de 2014 em 16:59

    Desculpa Alyson, achei algumas partes do seu post meio sem proposito, que até ocasionou uma má impressão, algo meio prepotente, o que tenho certeza não ser sua intenção. Concordo com a Jenne, “conhecer” não conhecemos bem nem nós mesmos, quem dirá a “Disney” (aqui fiz referência Orlando e parques, inclusive em Tampa…)

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      1 de outubro de 2014 em 1:31

      Olá Valéria.

      Obrigado pelo voto de confiança! Realmente a minha intenção não era ser prepotente, mas sim compartilhar alguns pontos de vista que eu, como grande fã, possuo sobre a Disney e sobre as coisas que as pessoas pensam ou dizem sobre ela.

      Então realmente você, a Jenne, e eu, concordamos que a palavra “conhecer” não é a ideal para ser utilizada quando nos referimos à locais e destinos que tivermos visitado. Certamente os verbos “visitar” – Eu visitei tal lugar, “ver” – tive a oportunidade de ver tal destino, “passar um tempo” – quando passei alguns dias em tal lugar…, são muito mais realistas e não passam a impressão de prepotência (trocadilho sem intenção).

      E este ponto de vista podemos aplicar a qualquer destino. Quantas pessoas você já ouviu falando algo como: “Eu conheço a Itália”, ou “Já conheço a Europa”? Você realmente acha que esta seja a melhor forma de descrever o fato de você já ter estado uma ou mais vezes em um determinado destino?

      Obrigado por teres tirado o tempo de compartilhar a sua opinião conosco, afinal, o Blog Viagens Dicas é também um local para discutirmos ideias e defendermos nossos pontos de vista.

      Um abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Obs.: A propósito, você disse que algumas partes do meu texto parecial sem propósito. À quais partes você se refere?

      Responder
  12. Amanda M. Garcia diz

    15 de junho de 2014 em 18:49

    Oi Alyson!

    Adoro ler teus posts! Minha família está se programando para ir para Orlando no inicio do ano que vem e eu estou me preparando desde já.
    Sou de Rio do Sul-SC, já deves ter ouvido falar, pois como lí, vc é de Blumenau (minha madrinha mora aí, ela e meu padrinho são donos da Laboral, conheces?)..
    Fico muito animada com teus textos e dicas sobre as viagens, ajudam pra caramba!

    Acho que posso dizer que sou tua fã!

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      16 de junho de 2014 em 15:27

      Olá Amanda!

      Que honra ler isto! Muito obrigado. Me deixa bastante feliz saber que meus textos contribuem realmente!

      Sim, conheço a Laboral, conheço também Rio do Sul. É bem perto de Blumenau.

      Se possível, conte-nos um pouco dos seus planos de viagem.

      Obrigado,
      Alyson Regis Darugna

      Responder
  13. Jenne diz

    26 de abril de 2014 em 18:42

    MASGENTE, a maioria das pessoas fala “conheço a Disney” no sentido de “já visitei” mesmo, não de que foi uma vez e sabe tudo de lá.
    Pelo dicionário, ‘conhecer’ significa: Ter ou chegar a ter conhecimento, ideia, noção ou informação. Não quer dizer completamente. A utilização desse verbo não tem nada de errado, só se for mal interpretado, mas daí a culpa não é de quem fala, é de quem escuta.
    Tão ruim quanto uma pessoa ir uma vez na Disney e achar que conhece tudo, é alguém ficar incomodado com alguém que acha ‘conhecer mais que ela’. Isso é coisa de criança birrenta.

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      3 de maio de 2014 em 21:30

      Olá Jenne.

      Obrigado por acompanhar o Blog Viagens Dicas.

      Obrigado também por teres ficado irritada com os meus comentários, isto demonstra que você leu, pelo menos em parte, o texto acima.

      Alyson Regis Darugna

      Responder
    • MARCOS DE LUCA ROCHI diz

      18 de junho de 2014 em 17:02

      Jenne….Perfeito seu comentário…
      Levando ao pé da letra não posso dizer que conheço nem a cidade em que moro…pois não conheçoBlumenau na sua totalidade…

      Responder
  14. Flavia diz

    4 de abril de 2014 em 10:24

    Ola… muito autentico seu post! Parabéns! 🙂

    Responder
    • Alyson Darugna diz

      4 de abril de 2014 em 15:57

      Oi Flavia!

      Muito obrigado pelo seu comentário. A ideia era realmente escrever sobre Disney sob um ponto de vista diferente da maioria do conteúdo que se encontra por aí.

      Fico feliz que tenhas gostado.

      Dentro do mesmo escopo, temos outros posts que eu gostaria de te recomendar:
      http://www.viagensdicas.com/america-do-norte/estados-unidos/o-que-nao-levar-para-nova-iorque/
      http://www.viagensdicas.com/america-do-norte/estados-unidos/florida/o-que-nao-levar-para-miami-orlando/
      http://www.viagensdicas.com/europa/italia/o-que-nao-fazer-na-italia/

      Grande abraço.
      Alyson Regis Darugna

      Responder

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